Parabéns, Obama!
Novembro 5, 2008 · Deixe um comentário
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Não se preocupe… Obama é da Internet
Novembro 5, 2008 · 1 Comentário
Essas eleições americanas provavelmente serão um marco na história das campanhas eleitorais de todo mundo. Isso porque pela primeira vez a Internet foi utilizada como método principal de divulgação de campanhas políticas.
Site? Isso é pouco para a equipe de marketing de Obama. Eles foram além e conseguiram atingir um público diferenciado, jovens na maioria, utilizando redes sociais, Facebook e MySpace. O que acabou dando uma impressão de proximidade, fazendo com que os novos eleitores pensem “OMG CooL GuY S2 LOL”. Também… Imagine só poder acompanhar o dia do cara pelo Twitter. Tá… Talvez acompanhar a página do Vitor Fasano seja mais interessante…
O Youtube também ajudou muito a campanha do democrata. Não importa se o vídeo satiriza, ironiza, faz mil gracinhas, elogia, tanto faz, o importante é que isso fez sua popularidade aumentar… e muito.
A última jogada foi utilizar games. Em Burnout Paradise, do XBOX 360, você pode ver uns banners no cenário do jogo com a foto do candidato.
Se isso virar moda e começar a evoluir vão começar a lançar jogos com candidatos a presidência como personagens principais… Que nem esse feito em flash, o “Super Obama World”.
Quem vai ganhar? Não sei… As pesquisas dizem que novo esquema de marketing deu certo. Vamos esperar pra ver. Mas que o Obama é da Internet eu tenho certeza.
Por Camila Mie
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Como se resolve um seqüestro na China
Outubro 24, 2008 · 1 Comentário
Praqueles que ficaram chocados com o caso Eloá, segue aí, pra polícii anti-sequestro, uma valiosa aula de como nossos irmãos chineses lidam com essa delicada situação (e, depois de ver isso, nunca mais vou achar forçados aqueles filmes onde os caras voam, de fato os chineses são elásticos):
Etapa 1 – Controle da situação
Etapa 2 – Abordagem
Etapa 3 – Começando o Diálogo
4 – Dialogando
5 – MIssão: Dialogar. Status: Completa.
6 – Pós-procedimento
Avaliação:
O Alborghetti faria atéum hai-kai:
Direitos
Humanos é pra
quem é
humano direito
seu pilantra
VAGABUNDO
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Top 5 músicas pra ouvir e cantarolar bêbado
Outubro 24, 2008 · Deixe um comentário
Não esperem por “Beber, Cair e Levantar”.
5. The Doors, “Roadhouse Blues”
Quem nunca ficou bêbado, pegou a estrada com um bando de amigos tão breacos quanto você e não ficou cantando desafinadamente essa música no carro enquanto se dirigiam ao puteiro mais barato que você podia pagar não merece o saco que tem.
4. Popular música irlandesa, “Bugger off”
Não podia faltar, o segundo povo mais alcoolizado do mundo (em primeiro lugar é a Rússia mas, ainda que eles sejam bem divertidos e irreverentes, os irlandeses ainda são os mais associados ao alcoolismo festivo) tem de estar numa lista que ligue “canções” e “álcool”. Das milhões (não extou hiperbolisando o número, é música pra cacete! haja fígado!) de Irish Drinking Songs existentes, a que eu mais gosto é Bugger Off, pela sua hostilidade para com outros seres humanos (em homenagem ao lendário George “Gordgie” Best)
3. Os morenos, “Marrom BomBom”
Cara, isso é hilário bêbado.
ps: a versão do CSS não
2. “Lonely TearsDrop”, Michael McDonald
Essa música embala aquela cena de “Despedida em Las Vegas” quando o Nicolas Cage queima tudo da casa dele, compra dois carrinhos de birita e vai pra Las Vegas ingerindo mais combustível que seu carro. Beat that.
1. “Amigo”, de Roberto Carlos (aqui novamente na versão de Paulo Maluf)
Eu já cantei isso com um mendigo (e, o que é mais legal, o mendigo provavelmente estava mais sóbrio que eu) enquanto a gente compartilhava da mesma garrafa – garrafa DELE, que ELE me ofereceu.
Considero isso o meu verdadeiro batismo, e recomendo a todos aqueles que ainda procuram seu verdadeiro eu.
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Os jogos desse fim-de-ano (parte 1)
Outubro 23, 2008 · Deixe um comentário
Rapaziada (“rapaziada”?), esse fim de ano está deveras tenso quanto aos lançamentos de games que já vieram e estão por vir. Tenho acompanhado o mercado com um pouco mais de maturidade desde que comecei a ter internet, ou seja, meados de 1998 (antes minha única fonte de informações sobre o mundo dos games provinha de esparsas e totalmente erradas matérias em jornais e revistas e aquelas pavorosas revistas como Super Game Power e Ação games). E desde então, devo afirmar que nunca vi um fim de ano tão interessante em termos de lançamento.
Em 1998, tivemos um fim de ano sensacional, com o lançamento de jogos como Half Life e The Legend of Zelda: Ocarina of Time. Ano passado foi bom também, com Mass Effect, Kane & Lynch, Assassin’s Creed, Uncharted: Drake’s Fortune, etc. Mas, pra mim o melhor mês dos games tinha sido Novembro de 2006: no mesmo mês, tivemos Gears of War, Final Fantasy XII, Valkyrie Profile: Silmeria, GTA: Vice City Stories, entre outros. Aprentemente imbatível, certo? Nem tanto. O fim de ano desse 2008 que estamos vivendo agora não é só uma promessa de superação, é um tenra realidade. E os jogos estão quase todos saindo tão bons ou até melhores do que se esperava.
Eu já tive acesso a um monte desses jogos do feriado de fim de ano, por isso, vou dar uma pequena opnião sobre eles (alguns deles vão ganhar resenhas completas na posteridade). depois, farei um preview de outros jogos que aguardo bastante e/ou tenha sua importância para o mercado.
Fable 2
Quem não teve a oportunidade de apreciar o primeiro jogo, uma curiosa mistura de Zelda com The Sims (só jogando mesmo pra entender), não sabe o que está perdendo. Vale citar que, como jogo de aventura era apenas ok, a real razão do primeiro jogo existir era a interatividade que tinha-se com o mundo criado para o jogo. Podia-se catar mulheres (ou homens, ou os dois) nas cidades, ter relações sociais com indivíduos, arranjar empregos, fazer quests alternativas, ficar b~ebado, jogar nos casinos. Enfim, era um emulador de vida, mas com o detalhe que também era um bom jogo de aventura. Porém, como vocês bem devem saber, uma das coisas que fez com que Fable 1 fosse desvalorizado por alguns gamers e críticos foi o fato de seu criador, Peter Molyneaux, ter prometido mundos e fundos e no final o produto lançado parecia uma versão demo capada de tudo aquilo que havia sido anunciado (Molyneaux chegou a dizer que se você cortasse uma árvore, ela cresceria denovo lentamente como as plantas fazem, e coisas do tipo).
Por falta de orçamento, hardware e talentos envolvidos, obviamente que um videogame como o Xbox jamais poderia rodar algo desse nível. Porém os games evoluiram, o tio Peter também e tudo aquilo que ele havia prometido no Fable 1 foi cumprido, e com louvor, nesse Fable 2. Como um jogo de aventura, ele continua apenas bom (melhor que o primeiro, mas ainda sim longe de um The Legend of Zelda), mas em relação à interessão com o ambiente a seu redor, Fable 2 é realmente revolucionário e atinge um patamar nunca visto (ou sequer sonhado) em relação à experiência de interatividade virtual que os games podem (e devem) proporcionar. (análise em breve)
Dead Space
Como vocês poderam perceber por um post anterior, gostei e muito do novo SIlent Hill. Mas é inegável que o jogo de horror do ano é Dead Space. Dead Space soa como uma espécie de mix de tudo que há de bom nos jogos de horror dos últimos anos: a câmera e esquema de jogabilidade lembra muito Resident Evil 4. O clima doentio e desenho sonoro é Silent Hill com toques de Alien. A narrativa é toda feita sem cutscenes, composta apenas com personagens falando com você, na sua frente ou mesmo quando você pega uma gravação de uma das pessoas que não sobreviveram ao ocorrido – ou seja, Bioshock cuspido e escarrado.
Mas não pense você que porque ele bebe de outras fontes que não tenha seu frescor: Dead Space ainda tem mais algumas cartas no baralho, evitando que a experiência se torne repetitiva ou um deja vu de boas idéias apenas. A começar pelos menus: ao contrário de jogos como Resident Evil ou Metal Gear Solid, onde se pausa a ação para o uso de ítens, em Dead Space não há menus. Ok, eles estão lá, mas não são um menu a parte, eles são composição in game: quando se quer selecionar um ítem, a roupa espacial do protagonista abre um holograma e pode-se escolher o que o jogador necessita. E não é só isso: tudo no jogo é mostrado de maneira física, não há painéis: o medidor de energia é um contador que fica nas costas do personagem, para se ver a munição, tem de espiar o contador que fica em cima da arma (mais ou menos como os rifles de Halo), e por aí vai. Outra coisa bacana do jogo é como matar os inimigos: ao contrário da maioria dos survival-horror, onde um headshot resolve boa parte dos problemas, em Dead Space o negócio é mutilar: o imigo sim, perde a cabeça, mas ele continua andando em sua direção louco pra te estrupiar com os membros que lhe restaram, então, a ordem é corta o máximo de membros possíveis. Que chaaaaaaaaaato, né? Vale citar também que, ainda que não tenha uma grande variedade, o jogo apresenta armas muito bacanas, originais e bem diferenciadas entre si.
Mas nem tudo são flores nessa carnificina espacial: os ataques de melee são tão ruins que vc provavelemnte vai usar umas 3 vezes e desistir, as vezes o jogo pode ficar deveras repetitivo e a variedade de monstros é talvez a menor na história de um survival.
Porém, a impressão final que fica é que, a julgar que foi feito pela mesma equipe (EA Vancouver) que nos brindou com The Sims Pets e Boogie e que ultimamente tem soltado jogos como esse e Army of Two, é fato que temos um novo estúdio pra ficar de olho ansiosos pelo próximo projeto. Dá-lhe EA nessa geração, trazendo um monte de jogo bacana pra nóis!
Fallout 3
Em 1997, PCs aqui no Brasil eram algo restrito a um pequeno nicho de pessoas abonadas e/ou tarados por novas tecnologias. Portsnto, por essas bandas, muitos não ouviram falar dos maiores clássicos dos videogames ocidentais, como Duke Nukem 3D, Sacred, Diablo (esse é o mais conhecido, mas enquanto no resto do mundo vende mais que um Super Mario, aqui no Brasil ainda é um objeto de nicho), Neverwinter Nights e, especialmente, Fallout 1 e 2. Sério, se você nunca jogou algum Fallout (não conta Fallout: Brotherhood of Steel pra PS2 pois esse jogo foi feito depois que a Interplay faliu e, bem, vamos esquecer que esse jogo existe), você não sabe, não tem a menor idéia do que está perdendo. Fallout é um RPG pós-apocalíptico com um mundo aberto no esquema GTA, Fable, etc. que tem como principal característica o tamanho colossal de seu mapa e o tamanho mais colossal ainda de coisas a se fazer num único jogo.
Como eu disse, a developer criadora do jogo, a Interplay, faliu em 2002, deixando a série orfã. Ainda bem que ela foi cair nas competentes mãos do pessoal da Bethesda (os mesmos nerds obcecados com grandiosidade que fizeram a série The Elder Scrolls – The Elder Scrolls 2, por exemplo, tinha um mapa maior que a Inglaterra e mais de 700.000 NPCs com falas e tudo mais!) e acontece que Falllout 3 não é só o melhor RPG do ano (eu pelo menos achei, a senhora Lado C prefere a obra do Peter Molyneaux) como também provavelmente o melhor RPG ocidental já feito, junto de outros como Star Wars: KotOR, Mass Effect, Neverwinter Nights, os dois primeiros Fallout, etc. (análise em breve)
Pra mim, Fallout 3 era o jogo do ano até agora (nao, não gostei mais dele do que de Metal Gear Solid 4, mas sendo imparcial e menos emocional, é impossível não se render à perfeição do jogo da Bethesda), porém, aconteceu um certo coisinha aqui em casa…
Em breve análise.
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Continuando a sessão “Psicodelia com Lado D”
Outubro 14, 2008 · 2 Comentários
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Definindo “inveja” em uma só foto
Outubro 11, 2008 · 1 Comentário
Aqui no mundo real só dia 7 de Novembro.
Ah, dia 8 é aniversário da Srta. Lado C, não posso esquecer também!
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Novos jogos
Outubro 7, 2008 · 1 Comentário
Ultimamente, vejo pelos fóruns de internet afora (o foda dos videogames da nova geração ainda estarem na faixa de mil reais pra cima faz com que exclui a maior parte da população brasileira, portanto, como são poucas ou nenhumas as pessoas que conheço com um XBox 360 ou PS3 no “mundo real”, tenho de apelar aos fóruns de internet para discutir a jogatina eletrônica atual) que quase ninguém mais joga videogame: 90% do tempo que o pessoal usa pra games e assuntos relacionados são 1) xingando o console que não tem (“o xbox 360 é um ps2 turbinado”, “o ps3 é um blu-ray player”, “o wii é pra crianças retardadas”, “esperem só eles conseguirem programar no cell!”, etc.) e 2) vendo notas de jogos.
Na minha época, a gente nem tinha internet, notas, era só nas Super Game Powers, Ação Games e Gamers da vida, e mesmo assim, a gente não levava muito a sério (lembra quando a Marjorie Bros. da Super Game Power ficou elogiando rasgadamente “Shaq Fu”, provavelmente o pior jogo de videogame já feito? lembra quando a Ação Games deu nota 9,25 pra “Zelda: Ocarina of Time” porque o jogo “era um RPG em inglês, impossível de se jogar”? então).

Verdadeira face de Marjorie Bros.
Hoje em dia, eu vejo um monte, UM MONTE de gente que deixa de jogar jogos bacanas como Alone in the Dark, Turok, Maercenaries 2, etc., só porque essas IGNs ou Gamespots da vida deram notas que foram abaixo de 8. Essa obssessão pelo esquema MetaCritcs de ser está meio que tirando a graça de jogar videogame, porque muitas pessoas simplesmente não JOGAM mais os jogos, apenas leêm sobre eles – isso, ao menos pra mim, é absurdo. Pode-se argumentar que “a crítica de jogos amaduresceu com o tempo!”, mas, vejamos, a crítica cinematográfica está looooooonge de ser uma unanimidade, ainda que ela seja deveras respeitada (mais do que deveria, se você mer perguntar, mas enfim….) , não conheço ninguém (fora cine-blogueiros, mas esses são uma sub-raça, não conta) que deixa de ir ver um filme por causa das críticas. Isso sem contar que até hoje vemos absurdos na crítica de games, como a revista inglesa EDGE, que deu nota 8 pra Metal Gear Solid 4 por causa de umas GARRAFAS, sim, GARRAFAS meio malfeitas no começo da primeira fase (essas garrfas aparecem por uns 30 segundos no game todo, acredite)
Um dos jogos (SH5) que eu vou falar aqui foi tremendamente injustiçado pela crítica. Porque? Não saberia explicar, talvez nesses tempos de gráficos HD tudo que não seja pura e simplesmente eye-candy leva patada sem dó. Silent Hill: Homecoming é, sim, um dos gráficos mais feios de toda a gameteca PS3/XBOX360, mas também isso não faz com que deixe de ser, no mínimo, o melhor adventure de horror dessa geração (isso pelo menos até a chegada de Dead Space, que promete muito). Mas vamos lá:
Silent Hill: Homecoming
Desde o primeiro capítulo da série fui fã de Silent Hill. Criado pra concorrer com Resident Evil da rival Capcom, SH sempre foi uma série que manteve a qualidade intacta com tramas recheadas de horror, demência, pesadelos, sustos e enfermeiras. Até Silent Hill 4: The Room. Deixa eu explicar um pouco melhor: Silent Hill 1 e 2 são, incotestávelmente, obras-primas do gênero survival horror, feito pelo SIlent Team da Konami. Acontece que os principais membros da Silent Team mudaram-se da Konami pra Sony, onde fizeram o jogo de temática similar Siren. O Siren de PS2 eu acho horroroso no mal sentido, até mete medo e tensão e tals, mas o jogo é tremendamente difícil, a jogabilidade é uma porcaria. Fizeram um remake agora pra PS3, mas como ele não foi vendido em disco aqui no Ocidente, só via download (e eu não vou pagar 40 dólares num jogo que nem posso alugar pra ver como é), ainda não conferi-o.
De qualquer forma, os reminiscentes SIlet Team fizeram Silent Hill 3, que era muito bom, mas o que trazia de gráficos bonitos e história bacana faltava em demência, medo, desolação e enfermeiras caracteísticas. O jogo mais parecia uma mistura de Silent Hill com Resident Evil do que um jogo da série mesmo.
Vendo que a franquia podia estar indo ladeira abaixo a Konami viu potencial num jogo que já estava sendo feito e não tinha quaisquer ligação com a série chamado The Room e, poucos meses antes do jogo ser lançado, enfiaram um Silent Hill 4 antes to The Room e presto!, tínhamos a série renovada.
Só se for na bunda da Konami. Não que SH4 seja um jogo ruim, mas, além de NÃO ser um SH (aliás, não tem elementos nenhum da série), é um puta desrespeito com os fãs fazer uma jogada “malandra” dessas. Creio que seja dessa época que vem essa decadência da Konami. Fora Metal Gear (que não é da Konami, é do Hideo Kojima, convenhamos), basicamente todas suas séries foram pro buraco na geração passada. Castlevania, Contra, Winning Eleven, etc., foram caindo num marasmo criativo que perdura até hoje e não parece ter data pra acabar. Nem vou falar das franquias novas como Dewey’s Adventure e Elebits porque esses jogos nem merecem ser citados.
Bem, nisso a produtora inglesa Double Helix (do divertidíssimo Buffy – The Vampire Slayer pra Xbox e PS2) apresentou à Konami uma proposta de eles fazerem o próximo capítulo da série. A Konami aceitou e voi lá, temos SIlent Hill: Homecoming.
Mas, você se pergunta, essa pergunta fez bem ou mal à série? Eu respondo que fez MUITO bem.
SH5 une o que há de melhor do game developing ocidental e oriental. Do outro lado do mundo, temos a atmosfera, o simbolismo riquíssimo, a mitologia sem igual, do Ocidente, temo sustos de qualidade, programação e level design interessantes, uso correto de shaders, sustos de qualidade, roteiros menos confusos, etc.
Assustador como seus antecessores, pra quem é fã de SIlent Hill , esse Homecoming pode ser pego de olhos vendados. É o mais novo clássico do gênero.
Silent Hill fiocu muito bom, mas a mior surpresa foi essa aqui:
Saints Row 2
Enquanto GTA IV tomou feições mais sérias em relação ao escracho que eram os anteriores da série, Saints Row parece ter achado aí um nicho: os dos órfãos do estilo porra-louca de ser dos GTA antigos.
O primeiro é uma das cópias mais descaradas da história dos games. Se algum desavisado passasse em frente a uma TV com o jogo rodando facilmente seria enganado se alguém dizesse “é o novo GTA”. Porém, não é só por causa que ele era uma xerocópia que ele deixatria de ter seus charmes particulares: o jogo tinha (pra época, o longínquo 2006) uma física apurada, texturas interessantes, um sistema de side-missions muito legal e livre e uma história nada original e interessante, mas ao menos era recheada de palavrões e escrotices a rodo pra deixar a experiência um tanto quanto singular (o tanto de piadas sobre boquete, machismo, sexo anal, fezes e políticos corruptos não cabia num cxaderno de 400 folhas).
E, como eu disse, GTA amadureceu. Mas, como mostra esse Saints Row 2, o clone da THQ só enmulecou ainda mais. Pelo menos umas 5 vezes mais politicamente incorreto, preconceituoso, boca-suja e hilariante, SR2 é tudo aquilo que voc~e de espírito podre poderia quereer num jogo.
Nem vale a pena ficar citando aqui as inúmera gags dementes do jogo, mas vale mencionar a missão que você está vestido de policial e tem de solucionar crimes que recebe no rádio, e fazendo isso do modo mais brutal possível, de modo a desmoralizar a polícia. Numa das chamadas, você é incubido de acabar com o “Combate do Século”. Quando chega lá, um monte de Piratas brigando contra um bando de NInjas. Whadafuck?
Avaliação:
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